Oi gente, tudo beleza? Andei um pouco sumida por vários motivinhos, um deles é que eu gostaria de falar mais sobre livros aqui, então andei lendo bastante, em PDF mesmo, por mais que eu odeie ler em PDF (eu te explico melhor sobre isso nesse post aqui), a via mais fácil é essa. Então o livro que eu trouxe essa semana pra vocês é "Para todos os garotos que já amei",  da autora Jenny Han, publicada pela Intrínseca esse ano. 

  O livro conta a história de uma menina chamada Lara Jean, que é a irmã do meio de 3 irmão órfãs de mãe, porém, todas elas lidam muito bem com o fato de terem perdido a mãe, então isso não se torna um problema pra elas. A história começa a acontecer quando a irmã mais velha de Lara Jean, Margô,  é aceita em uma universidade na Escócia. Quando a irmã parte, Lara Jean se vê completamente sozinha, para cuidar da irmã mais nova, do pai e da casa toda, afinal, Margô ela a sua melhor amiga e a pessoa que ela mais se identificava.  Antes da mãe das meninas falecer, Lara Jean ganha dela uma caixa de chapéu azul-petróleo, que segundo a mãe, é para ela poder guardar coisas importantes para a menina ali dentro.  Lara Jean usa a caixa para guardar cartas de amor, mas não são cartas de amor simples, são cartas escritas para todos os garotos que ela já amou, como se escrevendo aquelas cartas o sentimento acabaria ali, cartas realmente honestas e sem blábláblá, bem pra colocar os pingos nos is. As cartas ficavam dentro da caixa, por nunca terem sido enviadas, MASSSSSSS... De uma hora para a outras todas as cartas são enviadas misteriosamente aos seus respectivos destinatários e alguns desses garotos vão até Lara Jean para saber o que aquilo significa, um dos garotos é Josh, recente ex-namorado de sua irmã mais velha, Margô. É aí então que a vida da menina vira de cabeça para baixo. Rola muita confusão, muita intriga, muita fofoca e muito amorzinho ♥
  Sabe aquele romance clichê mamão com açúcar, mas que conforme tu vai lendo ele te conquista? Então, posso dizer que esse livro é um clichê nada clichê. Por que no decorrer da história a Lara Jean faz isso mudar, e em toda a história, eu acho que o que é mais apaixonante são os personagens e a evolução deles na trama. Por que cada um evolui de maneira diferente. 
 O livro termina numa incógnita, por que logo tem uma continuidade, que tem o título de P.S.: Ainda amo você, que é a continuação da história desse primeiro livro e que guarda uma parte MUITO ESPERADA pra quem leu o primeiro e ficou cheio de interrogações na cabeça e está pra ser lançado, segundo publicações da Intrínseca, apenas no primeiro semestre do ano que vem.
Então é isso pessoal, espero que tenham gostado da dica de leitura, por que é uma leitura muito gostosa e rápida, consegui ler ele em 3 dias. Super indico esse livro pra quem, assim como eu, gosta de romances meigos e fofos mega clichês sem ser tão clichê assim (vai entender!)

Fiquem com Deus

Beijo da Tai


  E aí gente, tudo beleza? Essa semana fiquei com vontade de  ler um livro rápido. Não sei se vocês me entendem. Comecei a ler A guerra dos Tronos, mas a leitura demora muito pra passar, não que não seja um livro bom. É excelente! Mas eu queria algo mais leve de se ler. Sendo assim, comecei a procurar por aí uns livros na internet, e lembrei que também queria ir no cinema ver Cidades de Papel. Daí eu pensei " THAINÁ PARA! POR QUE TU QUER IR NO CINEMA VER UM FILME QUE TEM LIVRO SEM LER O LIVRO ANTES?" Fechou! Vou ler Cidades de Papel. Procurei em PDF e baixei no computador e no celular, pra conseguir conciliar e ler mais rápido. Leitura flash: Comecei a ler o livro na quarta e terminei hoje, na sexta! Pra mim que trabalho a tarde toda, tá mais do que rápido.

  Quando o livro foi lançado, não me julguem por favor, não levei muita fé nele e nem na história. Então nem procurei saber do que se tratava e tudo mais. Daí conforme foram saindo as notícias sobre a gravação do filme eu pensei: opa, pra virar filme, a história tem que ser muito boa. Dito e feito! 
  Achei a história muito boa, fácil de ler e de compreender a moral. A trama segue num patamar só: Achar a rebelde que resolveu sumir e deixou pistas pro vizinho encontrar ela. PORÉMMMM, tudo isso acontece de uma forma muito atrativa. O Q (vizinho), não entra nessa sozinho, carrega junto os dois melhores amigos e a ex melhor amiga de Margo.  A gente fica no suspense junto, a gente tenta desvendas todas as pistas junto, a gente sofre do coração junto e a história se desenvolve bem John Green, sem lágrimas, choros e apertos de coração, mas ainda sim, John Green.
 Tem uma hora em que o livro fica meio paradinho cheio das filosofias do Q pra tentar encontrar a Margo, e posso dizer também que não tem nenhuma reviravolta chocante demais na história, mas não deixa de ser uma leitura excelente e com vontade de ler de novo assim que a última página é lida e o livro é fechado. Os personagens nos deixam com um gostinho de "quero continuação", e eu particularmente, acabei querendo saber mais da história futura do Quentin com a Margo, e assim que terminei o livro, já fiquei com "saudade" dos personagens. 
  Se eu falar demais vou acabar dando spoiler, e tem gente que não gosta de spoiler. Então, eu encerro por aqui dizendo, quem ainda não leu (acho que o número é bem pequeno), dá um jeito de ler Cidades de Papel. Por que eu te dou uma certeza, John Green acertou em cheio nesse livro. 

Então essa é a minha opinião sobre o livro. Espero que vocês tenham gostado e fiquem com vontade de ler o livro. 
Super beijo da Tai



  Me desculpem aqueles que acham que ler virtualmente é a mesma coisa  que ter o livro físico em si. Tá certo, cada um cada um, mas aí eu me pergunto, cadê a emoção?  Não sei se é só comigo que acontece, mas eu não curto ler pelo computador/tablet/celular ou qualquer outra coisa que seja, tecnologicamente falando. "Ah Tai, mas ler pelo computador sai mais barato que comprar o livro" SIM! Eu sei, e não vou ser hiprócrita em julgar quem lê assim, por que eu também já li a saga de Gossip Girl completa por PDF, por que a grana tava curta na época e não dava pra comprar aquele monte de livros. Então, quem não tem cão caça com gato, certo? O importante é ler. Eu sempre tive preferência em livros físicos por que primeiramente, sempre tive o sonho de ter uma estante de livros tipo biblioteca, segundamente, eu amo cheirinho de livro novo e das páginas de qualquer livro em si , e cada livro tem um cheiro diferente, e não me chama de louca! Terceiramente, cada livro tem uma história, dentro dele e fora dele, contigo. Então automaticamente, se tu gosta de ler tanto quanto eu, vai carregar o livro pra cima e pra baixo, vai ler ele de ponta cabeça, vai passar certas situações com o livro na mão, na bolsa, ou na mochila, e sempre que tu ver aquele livro tu vai se lembrar de todas essas ocasiões. Aconteceu algo assim comigo, quando eu tava lendo Harry Potter e as Relíquias da Morte. Desde então me lembro desse fato toda vez que eu  vejo o livro na minha estante.  Não dá pra encher uma estante com livros virtuais, dá? Não que eu julgue quem gosta desse método de leitura, jamais! Particularmente acho que me prendi à uma resistência ao novo e permaneço intacta no método tradicional do físico. Não tenho a maior simpatia do mundo e não troco um livro físico nem a pau por um livro virtual, caso haja a possibilidade de tê-lo na mão. Não me nego em carregar um livro enorme, tipo Crônicas de Nárnia, se a história valer o peso. É melhor carregar o peso do que quase perder os olhos lendo pelo computador, ou baixando aquele arquivo no celular e tendo que espremer a cabeça pra conseguir ler aquelas letrinhas pequenininhas, que muitas vezes dão dor de cabeça e nos olhos. Quando eu leio, eu literalmente soco a cara no livro, não sei ler em uma posição correta, pareço uma muriçoca destrambelhada atirada em um canto de onde quer que eu esteja, com o livro na mão.  Parece que virtualmente, muita coisa desvirtua a leitura (não foi um trocadilho proposital, eu juro).  Sem querer ser hipócrita, novamente, estou tentando ler virtualmente  o primeiro livro das Crônicas de Gelo e de Fogo,  de George R. R. Martin, A guerra dos Tronos, e normalmente só tenho tido tempo de ler quando vou pra aula, no ônibus. Não sou a pessoa mais fã do mundo de andar de ônibus, ainda mais um que faz mais voltas  que a ciranda cirandinha, tento ler pelo celular, começa a me dar enjoo, acontece algo na rua, o ônibus dá um solavanco, eu me perco, perco a página que eu to, e ACABOU A LEITURA. Pessoalmente, acho com o livro físico mais fácil. Novamente, cada um cada um. " Ai Tai, como tu é egoísta, gosta de livros físicos só pra encher estante, e o meio ambiente como fica, olha quantas árvores são cortadas?" Cara, não é ser egoísta, é simplesmente um gosto meu, e que muitas pessoas também pensam e gostam dessa mesma coisa. Não existe nada melhor do que tu entrar no teu quarto e poder escolher a dedo um livro ótimo, pegar ele na mão, ou ter aquela expectativa de que, caso tu empreste ele, se a pessoa vai cuidar, vai devolver, vai usufruir tão bem quanto tu usufruiu. Sobre o meio ambiente, já li vários livros que foram feitos de madeira reflorestada, por que  todos, se não todos, a maioria, lá no finalzinho do livro, diz se é feio de madeira reflorestada, papel reciclado ou a ponte que partiu que seja. Existem árvores cortadas, pra tanta coisa desnecessária, se a gente parar pra pensar, olha quanto papel vai fora, todos os dias em encartes de jornal, panfletinhos que nos são oferecidos na estação, em época de política então, nem se fala, é muito mais útil saber que livros te oferecem algo, entende?  São casos e casos. Se eu deixar de comprar um livro, outra pessoa vai comprar. A impressão de livros não vai parar. Me julguem por estar presa á um método antigo, me julguem por parecer egoísta. Fiquem á vontade, mas pra mim livro na mão tem mais emoção. 


 Oi gente, tudo bem com vocês? O post de hoje vai ser sobre uma suposta "moda" que anda fazendo a cabeça  de muuuuita gente, que são os livros de colorir para adultos, e eu como não podia ficar fora, também entrei nessa hahaha. 



  Os livros foram presente do mozão, que como me conhece muito bem, já sabia que esses seriam OS presentes, e eu por minha vez, fiquei extremamente surtada de felicidade quando os ganhei. Ganhei 3, cada um mais lindo que o outro e já fiquei com a mão coçando pra começar logo a pintar. Segue aí embaixo o nome de cada um e umas fotinhos, pra deixar vocês com vontade e sim, quereno que vocês entrem nessa onda, por que é muuuuito, mas muuuuuito bom.

Mandalas Mágicas 1

Gente, esse livro é completamente diferente do que a gente pode imaginar. ele é lindo, e na boa muito contagiante, quando a gente abre ele e se depara com as folhas todas pretas com aquelas mandalas imploraaando pra serem pintas é uma loucura. Tu fica olhando pra elas por um bom tempo, imaginando quais são as melhores combinações, quais são os padrões possíveis e quais cores ficarão melhores nela. Não é atoa que esse foi o único dos três livros que eu ainda não colori nenhuma página. Esse é o livro Mandalas Mágicas 1, existem também o 2 e o 3. Dá uma conferida na fotos abaixo e se encanta com elas, assim como eu estou.



Floresta Mágica

Tchê, esse livro é um xodó, na boa, ele é muito legal de colorir por que os detalhes dele são muito fáceis de identificar, é uma pintura fácil e que ao mesmo tempo te prende. Tem muitas formas geométricas e ilustrações estilo Romero Britto, pra quem gosta é prato cheio. Eu to apaixonada por ele (assim como estou pelo outros, ma cada um com seu motivo), pela facilidade que ele tem de ser usado. E você fica hora e horas em um mesmo desenho, sem precisar saber se essa cor vai combinar com aquela por que no final o resultado vai ser surpreendente. Quando a criatividade bate aqui, a gente perde a noção do mundo à tua volta e fica ali, batendo lápis e quando se dá conta do tempo que passou e pensa, PUTZ. Dá uma olhada nas fotos abaixo e cada  um que tire  suas próprias conclusões. (e não, ainda não consegui terminar um desenho, por que é pouco tempo pra muita pintura ahah)



Jardim Secreto

Então gente, esse é o ultimo da minha lista, mas não menos importante. Ele é o mais conhecido devido à ser um dos primeiro livros de colorir pra adultos a ser lançado, junto com a versão Floresta Encantada, do mesmo estilo, já vi várias pessoas falando dele, várias resenhas e posts falando dele, e digo pra vocês que a riqueza de detalhes é  incrível, não posso dizer que é uma pintura fácil devido a isso, pois pra não errar nos detalhes tem que se prestar muita atenção no que se está fazendo, fora o medo de dar uma borradinha e acabar estragando todo o desenho. Ele prende a gente, assim como os outros e sim, o mito é verdade, desestressa, " ai mas a Tai é uma pessoa muito estressada, tá sempre gritando e soltando o coice em todo mundo", mais um motivo pra se trancar nesse mundo e esquecer do resto. Sem mais delongas, ele é apaixonante, creio que pela riqueza de detalhes e da satisfação de olhar para a ilustração pronta e pensar " poxa, foi eu mesmo que fiz isso?", dá uma olhada nas fotos aqui embaixo e vê se não é verdade tudo o que eu falei ? hahaha





É isso aí pessoal, espero que vocês tenham gostado, e caso queiram aderir a essa "moda", pode ter certeza que ela só traz benefícios (ou não, como no meu caso, esquecer da vida e da hora enquanto se está pintando) e é completamente saudável, fora que o resultado fica lindoso de morrer.

Fiquem com Deus
Beijo da Tai


E aí gente, tudo bem? 

Então, vou mostrar pra vocês uma listinha com cinco  lançamentos literários desse mês,  que tem tudo pra ser ó, uma belezura de bons. Vou postar só cinco, por que meu tempo anda apertado, trabalho, volta as aulas, tarefas e tudo mais, mas vou fazer o possível pra deixar vocês com vontade de ler essa livraiada nova que tá chegando pra nós. 



1. Pequenas grandes mentiras, Liane Moriarty, Editora Intrínseca:

 Com muita bebida e pouca comida, o encontro de pais dos alunos da Escola Pirriwee tem tudo para dar errado. Fantasiados de Audrey Hepburn e Elvis, os adultos começam a discutir já no portão de entrada, e, da varanda onde um pequeno grupo se juntou, alguém cai e morre.
Quem morreu? Foi acidente? Se foi homicídio, quem matou?
 Em pequenos incidentes rolando nas páginas de Pequenas grandes mentiras, a trama se desenrola  contando a história de 3 mulheres, com vidas completamente diferentes, nas quais  destinos se entrelaçam por motivos completamente diferentes. Cada uma diante do seu problema específico.
 Colocando em cena desde ex-maridos até escândalos familiares, a autora sabe como escrever um livro que prende o leitor com seu bom-humor, inteligência e com comentários perspicazes sobre  natureza humana. 



2. O desafio, Rachel Van Dyken, Suma de Letras:


Jake Titus é rico demais, bonito demais e arrogante demais: qualidades que, anos antes, fizeram Char Lynn viver com ele a melhor noite de sua vida — e em seguida a pior manhã, quando ele a dispensou. Agora terão que se reencontrar no casamento de Kacey, a melhor amiga dos dois. Seria uma situação estranha, mas suportável... Se vovó Nadine não tivesse sido desafiada a uni-los.

Como padrinho e dama de honra dos noivos, Jake e Char têm que passar cada vez mais tempo juntos. Ele é um galinha mimado, e ela é uma garota maluca. Então por que não conseguem resistir um ao outro?  Quando Jake para de se comportar como um babaca e começa a agir como o homem que Char sempre teve esperança de que ele pudesse ser, fica cada vez mais difícil lembrar que ele já a magoou. E agora Jake vê nela tudo que sempre quis — só precisa fazer Char acreditar nisso.




3. A arte de pedir, Amanda Palmer, Intrínseca:


Cantora e compositora, ícone indie, feminista, mulher de Neil Gaiman, agitadora e mobilizadora de multidões online: Amanda Palmer é um retrato perfeito da boa conexão entre o artista e seu público. Após desligar-se de sua gravadora, Amanda recorreu ao então recém-lançado Kickstarter, site de financiamento coletivo, para conclamar os fãs a colaborar financeiramente para a produção do próximo álbum de sua banda. O projeto arrecadou mais de 1 milhão de dólares, recorde que chamou atenção tanto da imprensa como da indústria fonográfica. Desse episódio surgiu o convite para uma celebrada palestra nos TED Talks. O tema: saber pedir. Desdobramento inevitável da palestra homônima, o livro A arte de pedir trata essencialmente de recorrer ao outro, sem temor, sem vergonha e sem reservas. Por que não pedimos ajuda, dinheiro, amor, com a mesma naturalidade com que pedimos uma cadeira vazia num restaurante ou uma caneta, na rua, para fazer uma anotação? Pedir é digno e necessário, e é a conexão entre quem dá e quem recebe que enriquece a vida humana, defende Amanda. Longe de ser um manual sobre como pedir, o livro é uma provocação bem-vinda e urgente, que incita o leitor a superar seus medos e admitir o valor de precisar e doar ajuda, sempre.



4. A mais pura verdade, Dan Gemeinhart, Sextante:

Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.
Mas, em certo sentido um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.
Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.
Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier.Nem que seja a última coisa que ele faça. 
A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.
 Gente, é de apertar o coração, de verdade.



5. Garota Online, Zoe Sugg, Verus:

Penny tem um segredo.

Com o nickname Garota Online, ela escreve um blog no qual desabafa seus sentimentos mais íntimos sobre amizade, meninos, os dramas do colégio, sua família maluca e os ataques de pânico que começaram a dominar sua vida. 
Quando as coisas vão de mal a pior, sua família a leva para Nova York, onde ela conhece Noah, um garoto lindo que toca guitarra, e com quem ela parece ter muito em comum. 
De repente, Penny percebe que está se apaixonando — e escreve sobre cada momento dessa história em seu blog, de maneira anônima. Só que Noah também tem um segredo, que ameaça arruinar o disfarce de Penny para sempre.








Gente, como eu ainda não tive a oportunidade de ler eles, eu peguei as sinopses dos próprios livros, pois caso seja um livro que eu tenha lido, não consigo resumir e falar pouco. Então, não, eu não escrevi todas as resenhas, eu as tirei dos próprios livros.

Espero que tenham gostado do post, selecionei os que mais me chamaram atenção. Claro que tem mais diversos lançamentos, porém só pra deixar com gostinho de quero mais, deixei só esses. Por que eu fiquei morrendo de vontade de ler todos eles.

Beijos da Tai 


 E aí gente?  Tudo bem?

            Vou falar um pouco pra vocês sobre um livro que eu sou completamente 
                                                A-P-A-I-X-O-N-A-D-A! 



  Dez (quase) amores, da escritora e colunista gaúcha Claudia Tajes, foi lançado em 2008 pela L&PM Pocket, sendo o livro de estréia da autora e é supostamente MUITO cômico. É uma comédia romântica literária na melhor definição e compreensão do termo. Digo a vocês que se  forem ler em local público há uma grande possibilidade de haver ataques de risos.

  Encontrei esse livro na Bibliopraça ( uma iniciativa da Prefeitura da cidade onde eu moro para o incentivo à leitura, então todo final de semana tinha um quiosque na pracinha perto da minha casa e os moradores poderiam ir e pegar um livro e devolver no outro sábado. Totalmente gratuito), mas só por que eu achei a capa bonitinha, por que não tinha muita especificação sobre do que ele se tratava, mas peguei igual. Quando comecei a ler logo nas primeiras páginas tive um acesso de riso, Vou dar uma breve noção do que se trata pra vocês:

    A personagem principal, Maria Ana, sonha com o Príncipe Encantado, mas não é muito fã de contos de fadas. Enquanto ela não acha o encantado dela, fica se divertindo com os ogros da vida, se é que vocês me entendem. Ela narra de maneira mais engraçada e realista impossível, durante o livro, os desencontro amorosos dela com diversos (dez) desses ogros, desde o que tem o nome de Dejair e usa alpargatas até o fulaninho que gosta de surubas. Alguns casos vão te fazer chorar de rir e outros vão te fazer pensar naquele babaca sacana que foi mega trouxa com você.

 É  uma leitura fácil e leve, muito gostoso de ler, é aquele tipo de livro que vai dando uma tristeza quando você se toca que já está acabando. É bem pequenininho, tem 128 páginas, é aqueles pocket e tem um precinho muito acessível.  Tenho procurado ele desde que precisei devolver no quiosque lá da praça, que não durou muito tempo, devido ao pessoal que pegava livros e não devolvia, foi necessário cancelar o programa, por falta de livros. Já procurei em várias lojas, vários sebos de Porto Alegre, inclusive em no mínimo umas quatro edições de feiras do livro e NADA.

 Então caso vocês saibam onde eu posso achar, queiram vender ou fazer uma doação, deixa um comentário falando sobre,e também dizendo se curtiu o post.

Até a próxima 

Beijo da Tai 





Nada como começar o primeiro post do Eai Tai falando de algo que eu amo: LIVROS.
Vou mostrar pra vocês, um livro que eu comprei na última Feira do Livro aqui de Porto Alegre. Nunca tinha ouvido falar no Garotas de Vidro. Queria um livro e comecei a procurar nas prateleiras, balaios e tudo mais.  Estava bastante em dúvida entre Laranja Mecânica e O Poderoso Chefão ( eu tinha esse livro, antigo e tudo mais, só faltava o Don Corleone narrar a história pra mim, mas emprestei e meu amigo conseguiu perder meu livro). Como eu não estava tendo sucesso nenhum na minha busca, dei de cara com o Garotas de Vidro, e foi ele, na hora. Li a resenha mal e porcamente e lembro do meu namorado ainda ter perguntado ” Tem certeza?”  “Tenho”.  Eu não via a hora de chegar em casa e começar a ler ele de uma vez. Quando fiz isso,  duas palavras me vieram na mente: realidade impactante.

  Garotas de Vidro foi escrito por Laurie Halse Anderson, é um livro de 2012 e foi publicado pela Editora Novo Conceito. O livro mostra os dois lados dos distúrbios alimentares. Quando entramos no mundo de Lia, a personagem principal, sentimos a dor do que é estar acorrentada numa tortura psicológica dada pela própria sociedade, em busca da magreza excessiva e o corpo perfeito. Lia vê a comida como sua maior inimiga, e a cada quilo perdido, é uma força ganha. Quanto menor for o peso, mais forte e limpa ela se sente. Já Cassie, melhor amiga de Lia, come compulsiva e absurdamente, pra logo depois colocar tudo pra fora. Eram melhores amigas, até na doença, pois esse fardo veio devido a uma aposta que ambas fizeram entre si. Ser sempre a mais magra. Tudo segue normalmente, até que um dia, o corpo de Cassie é encontrado num quarto de motel. Antes de morrer, Cassie ligou 33 vezes para Lia, que não atendeu  por estarem um tanto afastadas, pensando que não seria nada de mais. Ao cair a ficha que a melhor amiga tinha morrido e ligado para ela antes de morrer, Lia começa a se sentir culpada e perguntas surgem: Por que ela me ligou? E se eu tivesse atendido? Poderia ter evitado? Isso passa a se tornar um fardo para Lia, que começa a ser assombrada por aparições da amiga morta, dizendo que a próxima será ela.
  Gente, é um livro forte ao mesmo tempo que é frágil. O assunto é violento, mas precisa ser tratado com delicadeza. Posso dizer que sei como a Lia e a Cassie se sentiram. Tive bulimia nervosa por 4 anos da minha vida.  Com 14 pra 15 anos eu pesava 75 kg, era muito pra quem sonhava em ter uma festa maravilhosa, com direito a vestido de princesa  e tratamento especial. Mas, de que me adiantava ter o vestido perfeito se eu me sentia um balão? Nada adiantava, dieta, exercícios, tudo parecia ser em vão. Decidi parar de comer. Como a minha mãe sempre foi muito insistente em relação a comida, eu era obrigada a comer pra ela ver, então parar de comer seria uma tentativa inútil, apelei em visitar o banheiro. Comia muito, até passar mal, ia pro banheiro, vomitava até sangrar a garganta. Assim, por quase seis meses, eu fui a 48 kg, foi quando minha mãe percebeu, cancelou festa de debutante, vestido de princesa, tudo! Mas mesmo assim eu não parei. Então, parei de ir pra aula, parei de socializar, parei de viver, por que me achava gorda e feia. Por pouco não fui internada em uma clínica, mas passei por maus bocados, que garanto que lá, não passaria. Enfim, consegui ajuda de pessoas que até hoje sou grata de coração, que me fizeram ver que não é nosso corpo, nossa aparência ou nossos bens materiais que nos fará ser bem aceitos pela sociedade, e sim nosso caráter e nossa honestidade.
  Por fim, esse livro me tocou bastante e consegui ver com outros olhos o buraco em que eu mesma me enfiei, me colocando no lugar das personagens. Quem lê Garotas de Vidro sente dor, passa fome, fica angustiada, o coração aperta, se vê numa prisão de grades invisíveis, mas no fim, respira aliviada e encontra a luz no fim do túnel.